21 de setembro de 2020


decorro de uma amplitude inconcebível, de uma liberdade intrínseca incomensurável, da experiência existencial que já dizia Mounier de n formas:

"abandonado passivamente ao fluxo do sensível",

"mais vasto que as vistas que dele tomo, mais interior que as construções que dele tento", "transcendente ao dado", "exprimido parcialmente nos índices descontínuos de expressão" ou "lançado no indizível";

só a pessoa conhece adequadamente a pessoa. me limito ao silêncio da mente ao invés de abrir o leque de definições, suposições, significações desnecessárias à harmonia unicamente presencial de cada um. 

"cada realidade exige um aparelhamento de mesmo nível e um ato de mesma ordem para tornar-se objeto de conhecimento".